Log da road trip na América aqui
terça-feira, 6 de setembro de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Clube Groucho: Melhores discos de 2011 (por enquanto)
Clube Groucho: Melhores discos de 2011 (por enquanto): seleção dos melhores discos de 2011.
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d. chiaretti
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Clube Groucho: Just looking for another girl
De agora em diante posterei alguns textos sobre música no blog do Clube Groucho. Link abaixo!
Clube Groucho: Just looking for another girl: "Por volta do final dos anos 90 o grosso da minha coleção de discos era composta pelo cânone tradicional: tinha o Remasters do Led Zepp..."
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d. chiaretti
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Voltei
E disse Bacon: reading maketh a full man, conference a ready man,and writing an exact man. Por essas e outras, a repartição deixa de ser um espaço só para cafezinho e carimbos para voltar a abrigar meus insignificantes textos.
Contudo, resolvi mudar de endereço: fui para o Tumblr, onde posso escrever textos mais curtos - mas com mais de 140 caracteres - sem muita culpa.
A nova repartição fica em www.deumareparticao.tumblr.com
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d. chiaretti
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21:36
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Estúpido
Como Me Tornei Estúpido by Martin Page
My rating: 2 of 5 stars
Nada é mais francês do que a obra “Como me tornei um estúpido”, de Martin Page. O livro, que se tornou um cult dos anos 2000, narra a história de Antoine, um jovem cuja inteligência excessiva o faz sofrer demais com o mundo. Assim, após tentar, em vão, o alcoolismo e o suicídio, Antoine resolve se tornar estúpido.
O mote parece sedutor, mas é um truque: Antoine não se insurge contra sua hipersensibilidade intelectual diante das injustiças do mundo. Se insurge contra o fato de suas habilidades, como o aramaico ou o conhecimento do cinema de Frank Capra, não serem bem remuneradas. Antoine é apenas mais um jovem francês que protesta contra um Estado que não pode mais pagar as contas de seus pequenos e inúteis prazeres intelectuais, o que acaba submetendo-o ao maior dos perigos para um intelectual: o trabalho.
Não me parece ser outra a razão pela qual a estupidez do personagem ser a adoção de um estilo de vida yuppie. Até mesmo seu “batismo”, sua passagem para a nova vida, não poderia ser mais óbvia: uma visita ao McDonalds, com direito a provar, pela primeira vez, uma Coca-Cola. Logo após ele se torna um operador da bolsa de valores, fica rico (sem querer, diga-se de passagem) e, segundo seus padrões anteriores, se torna um estúpido.
E aí está o ponto central da obra: o autor, através da metáfora da estupidez, ataca pragas do mundo contemporâneo, como o “consumismo” e a “sociedade de massas” e, consequentemente, os Estados Unidos. Nada disso é novidade, já que esse ressentimento (sim, ressentimento) francês contra os EUA é recorrente há décadas. Me parece que é também é um desdobramento do ódio intelectual ao pragmatismo que rende dinheiro.
Um autor que fala bem desse sentimento é o conservador americano Enerst van der Haag em um texto que trata da hostilidade dos intelectuais ao capitalismo: para o autor, este ódio surge do simples fato do capitalista ganhar dinheiro e o intelectual, que alega ser mais esforçado, viver na miséria. É a cara de Antoine e seus amigos deslocados, cujas habilidades não são valorizadas pelo mercado, essa hostilidade ao mundo, chamando as pessoas diferentes de estúpidas.
Mas isto é motivo para achar o livro ruim? De forma alguma. Motes idiotas podem render boas obras de arte: o “Encouraçado Potenkim” é uma obra panfletária que idolatra a predominância da massa sem rosto sobre o indivíduo. Mesmo assim, é fabulosa. O problema de “Como me tornei um estúpido”, portanto, é outro. O livro é ruim porque não é bem escrito. Os personagens são mal desenvolvidos e os diálogos são artificiais e pouco verossímeis. Um indício da inabilidade do autor está na personagem Aslee, que fala em versos: o autor não conseguiu, nenhuma vez, reproduzir uma dessas falas. Como, portanto, imaginar esse personagem de forma tangível? O final do livro então é uma idiotice a parte: a intervenção de “Danny Brilhantine” e dos amigos é artificial e forçada. Por fim, para uma obra satírica, ela é bem sem graça.
Como explicar então o sucesso da obra? Bom, creio que ela se encaixe no mesmo grupo de sucesso que filmes como “Os Sonhadores” ou “Edukators”, que se insurgem intelectualmente contra aqueles bons e velhos inimigos: sociedade de massas, consumismo, Bush etc.
E, infelizmente, este discurso parece ser um salvo-conduto para a falta de técnica e talento.
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d. chiaretti
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23:35
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Fichários: literatura
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Pecado

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d. chiaretti
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Fichários: aquecimento global, politicamente correto, religião
sábado, 21 de novembro de 2009
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Não custa lembrar: a inatividade (temporária) deste blog aqui está sendo compensada pela intensa atividade do bom e velho BIFEcomXUXU.
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d. chiaretti
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23:44
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Café

Esta lista está incompleta: aqui na repartição temos o tradicional "café de repartição pública", feito a partir de grãos selecionados entre os piores, servido bem doce e em um ritual que envolve maledicências contra outros servidores, reclamações sobre a excessiva carga de trabalho de 6 horas e comentários sobre a bunda da nova escriturária.
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d. chiaretti
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08:56
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Repartição
É, este blog anda morto-vivo. Motivos? Um deles: o Twitter serve pra que eu diga todo o pouco que tenho pra dizer. Outra é que a vida na repartição anda mais ou menos como no quadro abaixo, mas com menos bunda e sem móveis vintage.
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d. chiaretti
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23:03
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